Como o patrimônio líquido evolui
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Quanto dos plantões realmente sobra?
Um mês do primeiro ano de trabalho, com os valores que você escolheu. Esta conta muda junto com a simulação.
- Renda bruta
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- Impostos e custos
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- Renda líquida
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- Para dívida e investimento
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- Disponível para despesas pessoais
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De onde vem o patrimônio
Aplicações e rendimentos, descontando a dívida.
Quantos plantões para empatar?
Para alcançar o patrimônio do caminho 2.
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Reinvestir significa não sacar. No caminho 2, os aportes param ao fim do curso e todo o rendimento continua aplicado. A simulação não retira dinheiro para pagar despesas de vida.
Ver os valores ano a ano
| Ano | Custo do curso | Renda bruta | Medicina (líquido) | Dívida restante | Investimento |
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Entenda a comparação e as hipóteses
A faculdade começa como uma dívida
No caminho da medicina, cada mensalidade e custo extra se soma à dívida. Ao terminar o curso, o patrimônio financeiro é negativo: vale o total ainda devido. São 12 mensalidades por ano. Neste cenário, 100% do custo do curso fica em dívida, sem juros, tarifas ou correção próprios de financiamento.
Depois da formatura, a porcentagem reservada da renda líquida quita a dívida primeiro. Só o que exceder a quitação passa a ser investido. Patrimônio líquido = aplicações menos dívida restante. Assim, não descontamos de novo uma dívida que já foi paga.
Dois caminhos, com fluxos diferentes
No caminho 2, o equivalente ao custo do curso é investido a cada mês, no fim do mês, durante o mesmo período. Depois, os aportes param e os rendimentos continuam aplicados. Isso compara estudar com o custo integral em dívida a ter recursos disponíveis para investir; são condições de financiamento diferentes.
Renda bruta é tudo o que os plantões pagam. Retiramos os impostos e custos profissionais informados e usamos somente a porcentagem reservada para pagar a dívida e investir. O restante pode pagar despesas pessoais. Os valores dos plantões e o desconto de 15% são exemplos, não médias nacionais ou alíquotas legais.
Como aproximamos o Tesouro Selic
Usamos 100% da taxa anual informada como rendimento bruto constante. A taxa mensal é (1 + taxa anual)^(1/12) − 1. Ao abrir o aplicativo, consultamos a meta Selic (série 432 do Banco Central); sem acesso, usamos a última taxa salva ou a referência inicial, com aviso. Uma taxa manual não substitui essa referência e volta ao padrão atualizado na próxima abertura. A meta Selic é uma aproximação: a Selic efetiva, ágio/deságio e preços de resgate podem diferir.
Com impostos ativados, cada aporte tem seu prazo para estimar IR de 22,5%, 20%, 17,5% ou 15% sobre o ganho. Meses equivalem a 365,25/12 dias. A custódia é provisionada mensalmente a 0,20% a.a. sobre o saldo bruto acima de R$ 10 mil. A cada intervalo escolhido, simulamos o vencimento de toda a carteira, descontamos IR e custódia e reaplicamos o saldo.
Os saldos exibidos também descontam os impostos e a custódia que seriam devidos em um resgate naquela data. Ver um saldo no gráfico não realiza esse resgate. Não simulamos IOF (não há saques com ganhos antes de um mês), taxas da instituição, variação diária de preços ou calendário real dos títulos.
O que esta conta não responde
A dívida é simplificada: não reproduz contratos, carência, parcelas mínimas ou juros de financiamento. Não inclui residência médica, renda de outra profissão, férias, desemprego ou o valor futuro da carreira e do diploma. Gastos pessoais durante o curso não entram, exceto se você os incluir em “outros custos”. Não há saques para sustentar quem escolhe investir.
Os gráficos usam valores nominais, ou seja, reais de cada momento. A equivalência em dinheiro de hoje considera a inflação escolhida. Não corrigimos mensalidades ou plantões automaticamente pela inflação: os reajustes têm campos próprios.
Este é um cenário financeiro para explorar hipóteses, não uma previsão ou uma conclusão sobre qual carreira você deve seguir.
Banco Central · Selic ↗Tesouro Direto · taxas e impostos ↗Tesouro Selic ↗
Os números ajudam. A decisão é sua.
Esta calculadora mostra como suas escolhas mudam um cenário financeiro. Use valores próximos da sua realidade e experimente também condições menos favoráveis.
Monte um cenário possível
Informe a mensalidade, os anos de curso e quantos plantões pretende fazer. O valor do plantão e a parte da renda que você consegue reservar fazem diferença. Em “Mais ajustes”, revise custos, reajustes e inflação.
Olhe para a dívida e o patrimônio
No caminho da medicina, o custo do curso vira dívida sem juros. A reserva mensal paga essa dívida primeiro; o excedente é investido. O gráfico mostra as aplicações menos o valor ainda devido.
Teste mais de uma possibilidade
Reduza o valor dos plantões, altere a taxa de juros e veja o que acontece. No caminho do investimento, as mensalidades são aplicadas durante o curso e os rendimentos continuam reinvestidos depois, sem saques para viver.
Compare sabendo o ponto de partida: financiar todo o curso e ter dinheiro disponível para investir são situações diferentes. O resultado responde às hipóteses escolhidas; não mede a vocação, a satisfação com o trabalho ou todas as oportunidades de uma carreira. Leia as hipóteses completas.
Quem paga a faculdade muda a comparação
Quando você precisa devolver o dinheiro
Este é o cenário usado na calculadora: cada mensalidade e custo extra aumenta a dívida do estudante. Depois da formatura, a parte reservada dos plantões paga o que ficou devido. Só então começa a formar aplicações.
A dívida aqui não cobra juros, tarifas ou correção. Se houver financiamento, essas condições precisam ser avaliadas à parte: o saldo e o prazo de pagamento de um contrato real podem ser diferentes.
Quando a família paga sem pedir reembolso
Nesse caso, o estudante não se forma devendo as mensalidades à família. A despesa existiu para quem pagou, mas não virou uma dívida pessoal do recém-formado.
Essa situação não é representada pelo modelo atual. Para comparar o patrimônio da família, seria preciso considerar quem pagou o curso, quem seria dono das aplicações e quais recursos cada pessoa teria disponíveis.
Uma conta para explorar hipóteses: o simulador coloca lado a lado alguém que deve todo o custo do curso e alguém que dispõe desse dinheiro para aplicar mensalmente. Por isso, o resultado não isola apenas a escolha da carreira; ele também reflete condições diferentes de financiamento.
E se eu precisar viver do rendimento?
No caminho do investimento, todo o rendimento continua aplicado. O saldo projetado pressupõe que suas despesas sejam pagas com outra fonte de recursos, não incluída na conta. Retirar dinheiro para viver reduziria o capital disponível para render; esta versão não simula essas retiradas nem a renda de outra profissão.
Dúvidas frequentes
O total recebido nos plantões é o dinheiro que vou acumular?
Não necessariamente. A renda bruta soma o que os plantões pagam. A calculadora desconta os impostos e custos profissionais que você informou. Da renda líquida, só a porcentagem reservada paga a dívida e depois forma investimentos. Por isso, renda recebida e patrimônio acumulado aparecem separados.
Esta calculadora reproduz um financiamento estudantil?
A dívida aqui é uma simplificação: soma todo o custo do curso, sem juros, tarifas, carência ou parcelas mínimas. Ela não reproduz um contrato de Fies ou de um banco. Também não representa uma faculdade já paga sem obrigação de reembolso. Antes de decidir por um financiamento, compare essas hipóteses com as condições do seu contrato.
A Selic de hoje vai valer por todos esses anos?
O simulador consulta a meta Selic do Banco Central ao abrir e usa a taxa selecionada como uma hipótese constante. Isso não prevê os juros dos próximos anos. Você pode alterar a taxa para testar outros cenários. Se a consulta falhar, um aviso informa que a taxa exibida é a última salva ou a referência inicial.
“Plantões para empatar” é uma sugestão de carga de trabalho?
É apenas um resultado matemático: quantos plantões mensais seriam necessários, nas hipóteses escolhidas, para alcançar o patrimônio do outro caminho ao final do período. A conta não conhece a duração dos plantões, a oferta de trabalho, o descanso necessário ou as suas condições de saúde. Um número alto pode indicar um cenário inviável na prática.
Sobre o Medicina ou Investir
O Medicina ou Investir é uma ferramenta educativa, em português, para explorar o lado financeiro da decisão de cursar medicina no Brasil. O objetivo é tornar mais visível a relação entre custo do curso, dívida, renda do trabalho, juros e tempo.
Os valores iniciais de mensalidade e plantão são exemplos ajustáveis. Os cálculos são feitos no navegador e suas hipóteses estão disponíveis na própria página. O projeto não representa o Banco Central, o Tesouro Direto, uma faculdade ou uma instituição financeira.
A simulação não promete rendimentos nem substitui uma análise individual de carreira, orçamento ou financiamento. O diploma, a vocação e a qualidade de vida têm dimensões que este modelo não calcula.
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Esta descrição corresponde à versão 1.3.0 da calculadora. A ferramenta não exige cadastro e não possui formulário para enviar dados pessoais.
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